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“O mundo mudou, nada mais vai ser igual;só em união e parceria podemos ajudar as pessoas” diz Diretor do Centro Luís da Silva(c/som)

Regional Escrito por  06 Out. 2022

O Centro Luís da Silva em Rio de Moinhos recebeu uma apresentação do projeto AGROINCLUSION, um projeto cofinanciado pelo Programa Europeu  Erasmus +.

Este projeto tem como objetivo melhorar a qualidade e adaptabilidade da formação profissional, métodos de formação, materiais e currículos para pessoas com necessidades especiais.

A Rádio Campanário esteve presente e falou com Aurelino Ramalho, Presidente do Centro Luís da Silva, que pertence à União das Misericórdias Portuguesas que começou por nos referir a importância da cooperação destes 7 países que integram este projetos adiantando “hoje é um dia muito especial para as Misericórdias porque este Centro Luís da Silva é uma valência da União das Misericórdias Portuguesas e penso que todas ficarão satisfeitas com esta ação.”

Para o Diretor do Centro esta iniciativa reveste-se de especial importância uma vez que “pretendemos mostrar ao mundo aquilo que fazemos e que fazemos bem feito, independentemente dos valores ou comparticipações que possamos ter.”

Ainda sobre a designada missão, Aurelino Ramalho destaca “nós vivemos para tratar das pessoas e só em união e parcerias podemos dar mais garantias , mais satisfação e melhores trabalhos aqueles que mais necessitam.”

O Agroinclusion, direcionado para a Agricultura, ainda que os utentes do centro Luís da Silva não possam chegar a eles, no entanto poderão ser direcionados para outros que já existam ou os que possam vir pelo que, destaca Aurelino Ramalho, “por isso mesmo chamámos a nós a Cerci de Estremoz , sabendo da sua realidade, com a realidade do nosso centro.”

Para Aurelino Ramalho “o que não podíamos era dizer a estes 7 países que o centro Luís da Silva não tinha as suas portas abertas para mostrar a sua realidade, que é diferente, pois trata-se de deficiência profunda mas isso não quer dizer que no futuro não possamos ter utentes com deficiências menos profundas e que se possam adaptar a esta área.”

Para o diretor do centro o importante “é termos mostrado que estamos disponíveis para participar e que a União está aberta para parcerias desta natureza porque temos que pensar no amanhã.”

Para o responsável pelo Centro Luís da Silva “o mundo mudou e nada mais vai ser igual ao ontem, por isso temos que ter sempre as portas abertas para quem sabe mais que nós, para quem traz experiências , sempre a pensar nas pessoas.”

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